Investimos no fortalecimento de uma governança que integra os critérios ESG às nossas práticas por meio do Programa Zilor + Sustentável 2030, atendendo às demandas da sociedade, às expectativas dos stakeholders e agregando valor aos negócios e longevidade às estratégias.
Em 2024, emitimos a nossa primeira debênture verde e nos tornarmos empresa pioneira do agronegócio a obter a declaração de conformidade com a Prática Recomendada ABNT PR 2030, que consolida a integridade do nosso sistema de gestão, e estabelece diretrizes para que a Companhia implemente e avalie suas práticas de sustentabilidade com focos nos pilares ESG (ambiental, social e governança, na sigla em inglês).
A gestão ESG na Zilor é transversal e estruturada em três eixos, que se desdobram em 14 temas e 42 critérios. A dupla materialidade orienta a priorização de nove temas, para os quais há total visibilidade dos indicadores. A governança desse processo é conduzida por comissão multidisciplinar, responsável por desdobrar os critérios em programas com metas corporativas.
Seguimos as melhores práticas internacionais para reportar nossos dados de sustentabilidade:
Com o respaldo de importantes certificações, mantemos o propósito de avançar na contribuição para a segurança alimentar e energética do planeta, aliados ao compromisso com a sustentabilidade, a governança corporativa e a inovação.
Os desafios impostos pelo clima estão presentes em nosso planejamento estratégico e na execução de práticas agrícolas e industriais, a partir de diretrizes estabelecidas pelas normas internas de ESG e de adaptação às mudanças climáticas.
No ciclo 2024/2025, publicamos o inventário de gases de efeito estufa (GEE) dos Escopos 1, 2 e 3, em conformidade com o Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol), do qual recebemos Selo Ouro, reconhecimento de mais alto nível para empresas que atingem grau máximo de transparência na publicação de seus inventários.
Temos o compromisso público de evitar a emissão de 5,5 milhões de toneladas de CO2 até 2030 (oriundas de CBIOs pelo RenovaBio) e já atingimos 50% dele, com 2,745 milhões CBIOs, equivalente a 19,2 milhões de árvores. A gestão de emissões conecta riscos e oportunidades em linha com as recomendações da Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD).
Asseguramos o suprimento de energia elétrica renovável para nossas operações a partir da biomassa da cana, destinando o excedente aos mercados regulado e livre, contribuindo para ampliar a participação de fontes renováveis na matriz energética nacional. Em 2024, fortalecemos nossa capacidade com a entrada em operação do projeto de cogeração na Unidade Barra Grande, que utiliza bagaço de cana para geração de bioeletricidade, resultando em um aumento de 16,1% no volume exportado. Também reforçamos nossa competitividade com a aquisição da Unidade Salto Botelho (USB), que agregou 12 MW ao nosso portfólio de cogeração. Essas iniciativas consolidam a diversificação dos negócios e reafirmam nosso compromisso com a transição energética sustentável.
A expansão da cogeração consolidou a autossuficiência elétrica da empresa e aumentou a oferta de energia renovável ao mercado, iniciativas que contribuíram para reduzir a intensidade de carbono das operações e negociarmos certificados de energia renovável (RECs, na sigla em inglês).
A nossa atuação social está conectada ao estímulo da economia local. Sendo assim, realizamos diagnósticos que identificam demandas locais e orientam parcerias com prefeituras, escolas e organizações da sociedade civil.
Destinamos cerca de R$ 4,5 milhões na safra 2024/2025 para 25 iniciativas que fomentam a educação por meio do esporte, cidadania e cultura impulsionando a geração de renda, beneficiando diretamente cerca de 100 mil pessoas, por meio de projetos de incentivo fiscal com o uso do Imposto de Renda (IR). As iniciativas serão desenvolvidas entre 2025 e 2026.